Na década de 1260, a anarquia entre os cristãos do Oriente Médio era constante. Os conflitos entre as ordens religiosas surgiam para defender a religião. Os interesses comerciais dos genoveses e venezianos chegavam a provocar choques armados entre os cristãos.
Os turcos também se encontravam divididos e estavam sendo pressionados por novos inimigos, os mongóis, chefiados por Gêngis Khan. Os turcos seldjúcidas do Egito, denominados mamelucos, atacaram os cristãos, empurrando-os para o mar. Luís IX organizou então a Oitava Cruzada; desembarcou em Tunis, onde morreu. A Cruzada foi interrompida.

São João d’Acre, a última fortaleza cristã, caiu nas mãos dos turcos em 1291. Os cristãos abandonaram também Beirute, Sídon e Tiro. Chipre ainda continuou sob o controle cristão até 1489, e Rodes até 1523. Estava chegando ao fim a presença cristã no Oriente Médio.
Entre as razões do fracasso estão em primeiro lugar o caráter superficial da ocupação. A ocupação não criou raízes entre as populações locais, se limitando apenas aos quadros administrativos. Outro fator foram os desentendimentos entre os próprios cristãos.
Idade Média - Guerras - Brasil Escola