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    <title>Guerras - Brasil Escola</title>
    <link>http://www.guerras.brasilescola.com</link>
    <description>Gerras - Brasil Escola</description>
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      <title>Guerras - Brasil Escola</title>
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      <title>Batalha de Queroneia</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/grecia-antiga/batalha-queroneia.htm</link>
      <pubDate>2012-02-06 09:09:52</pubDate>
      <description>Os anos de 413 a 404 a. C. decretaram a derrota de Atenas para Esparta na Guerra do Peloponeso. Entretanto, a hegemonia espartana n&amp;atilde;o durou muito &amp;ndash; pode-se dizer que aqueles anos foram marcados por intensas desordens sociais.&#13;
 	Durante o s&amp;eacute;culo IV a. C., as cidades-estados gregas se encontravam com as for&amp;ccedil;as militares e econ&amp;ocirc;micas praticamente esgotadas, em virtude da grande participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em guerras. Esparta e Atenas n&amp;atilde;o tinham base para empreender novas conquistas expansionistas e manter ex&amp;eacute;rcitos constantemente em guerras.&#13;
 	Ap&amp;oacute;s a Guerra do Peloponeso, as cidades gregas estavam divididas. Esse fato contribuiu para o enfraquecimento pol&amp;iacute;tico e militar, proporcionando invas&amp;otilde;es externas.&#13;
 	Dessa maneira, as fronteiras das cidades estavam desguarnecidas de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o b&amp;eacute;lica, em raz&amp;atilde;o do enfraquecimento pol&amp;iacute;tico e econ&amp;ocirc;mico. Com o decorrer do tempo, a civiliza&amp;ccedil[...]</description>
    </item>
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      <title>Medos X Persas</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/idade-antiga/medos-x-persas.htm</link>
      <pubDate>2012-01-10 12:22:35</pubDate>
      <description>&#13;
A Pérsia se encontrava na região a leste da Mesopotâmia (atual Iraque), no longo planalto do Irã. A maioria dos territórios ocupados pelos persas era improdutível, ou seja, pouco fértil. No ano 2000 a. C., os medos e os persas originários dos territórios da atual Rússia foram ocupando a região do planalto iraniano. Os medos se estabeleceram ao norte; e os persas, ao sul do território. &#13;
A partir do século VIII a. C., os medos dominaram a região do planalto iraniano e, com um hábil e organizado exército, submeteram vários povos que viviam na região  os persas foram um desses povos conquistados pelos medos. Após o domínio, os persas passaram a pagar altos tributos para os conquistadores. &#13;
	No ano de 550 a. C., o príncipe persa, Ciro, chamado de o Grande (559-529 a.C.), liderou e executou uma ação militar contra os medos. Após a vitória persa sobre os medos, Ciro foi declarado o único imperador dos povos que habitavam o planalto iraniano. &#13;
	A fim de obter riquezas para resolver probl[...]</description>
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      <title>Conflitos no Egito em 2011: Primavera Árabe</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xxi/conflitos-no-egito-2011-primavera-arabe.htm</link>
      <pubDate>2011-12-08 11:17:42</pubDate>
      <description>Em 2011, iniciou-se a denominada &amp;ldquo;Primavera &amp;Aacute;rabe&amp;rdquo;. Segundo especialistas, ela consistiu nos movimentos de protestos e manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos pa&amp;iacute;ses &amp;aacute;rabes, em favor da democracia e pelo fim dos regimes ditatoriais no Oriente M&amp;eacute;dio. O Egito foi um dos primeiros pa&amp;iacute;ses que aderiram aos protestos. &#13;
&#13;
Influenciados pela queda do presidente da Tun&amp;iacute;sia, Zine El-Abidine Ben Ali (que se deu no dia 14 de janeiro, por intensas manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es populares e protestos contra o governo ditatorial que durava 23 anos), os eg&amp;iacute;pcios iniciaram, no m&amp;ecirc;s de janeiro de 2011, um intenso movimento de manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e protestos populares contra o presidente ditador Mohammed Hosni Mubarak, que se encontrava h&amp;aacute; 30 anos no poder do Egito. &#13;
&#13;
Diversos foram os fatores que contribu&amp;iacute;ram para a insurrei&amp;ccedil;&amp;atilde;o popular no Egito, como o reacendimento das tens&amp;otilde;es religiosas do pa&amp;iacute;s [...]</description>
    </item>
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      <title>Cinema e guerra: representações fílmicas sobre a guerra do Vietnã</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/cinema-guerra-representacoes-filmicas-sobre-guerra-vietna.htm</link>
      <pubDate>2011-12-01 10:08:56</pubDate>
      <description>&#13;
No ano de 1954 foi realizada a Confer&amp;ecirc;ncia de Genebra, cujo objetivo era a unifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Vietn&amp;atilde;, o que n&amp;atilde;o aconteceu. O Vietn&amp;atilde;, ent&amp;atilde;o, foi dividido em duas partes: o sul, com caracter&amp;iacute;sticas capitalistas; e o norte, comunista. &#13;
O in&amp;iacute;cio da guerra do Vietn&amp;atilde; se deu a partir do n&amp;atilde;o cumprimento da Confer&amp;ecirc;ncia de Genebra. Entretanto, os principais motivos do conflito foram ideol&amp;oacute;gicos: o bloco de pa&amp;iacute;ses capitalistas, liderado pelos Estados Unidos da Am&amp;eacute;rica, declarou hegemonia sobre o bloco de pa&amp;iacute;ses comunistas, que tinha a Uni&amp;atilde;o das Rep&amp;uacute;blicas Socialistas Sovi&amp;eacute;ticas (URSS) como principal pa&amp;iacute;s. &#13;
O Vietn&amp;atilde; do Norte, que compactuava com a ideologia comunista, foi apoiado pela China e pela Uni&amp;atilde;o Sovi&amp;eacute;tica (comunistas); e o Vietn&amp;atilde; do Sul, sob influ&amp;ecirc;ncia da ideologia capitalista, encontrava-se numa ditadura financiada pelos[...]</description>
    </item>
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      <title>Guerra dos Emboabas</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/guerra-dos-emboabas.htm</link>
      <pubDate>2011-11-09 10:35:15</pubDate>
      <description>&#13;
O contexto hist&amp;oacute;rico do Brasil Colonial evidenciou-se fundamentalmente a partir do s&amp;eacute;culo XVIII, com o in&amp;iacute;cio de movimentos de contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o contra a ordem colonial vigente (abusos e injusti&amp;ccedil;as e sentimento de abandono) empreendida pelo governo portugu&amp;ecirc;s. A partir deste s&amp;eacute;culo podemos perceber uma precoce forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um sentimento identit&amp;aacute;rio entre os colonos, distanciando-os dos interesses e cultura portuguesa.&#13;
Os primeiros movimentos de contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica colonial portuguesa ainda n&amp;atilde;o se caracterizavam por movimentos consolidados e com projetos pol&amp;iacute;ticos definidos, mas como movimentos regionalizados, sem uma articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica mais ampla. &#13;
No s&amp;eacute;culo XVIII, os paulistas (Bandeirantes) descobriram ouro na regi&amp;atilde;o que passou a se chamar Minas, logo ap&amp;oacute;s a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da presen&amp;ccedil;a do ouro no interior do Brasil,[...]</description>
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      <title>A Guerra da Balaiada</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/a-guerra-balaiada.htm</link>
      <pubDate>2011-08-16 11:16:03</pubDate>
      <description>A Balaiada foi uma importante revolta popular que eclodiu na prov&amp;iacute;ncia do Maranh&amp;atilde;o, entre os anos de 1838 e 1841. Nessa &amp;eacute;poca, a economia algodoeira maranhense entrou em decad&amp;ecirc;ncia quando a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Estados Unidos se normalizou com o fim da guerra da independ&amp;ecirc;ncia, retomando o fornecimento para a Inglaterra e ao mesmo tempo sendo feroz concorrente do algod&amp;atilde;o maranhense. A profunda crise econ&amp;ocirc;mica e o quadro de mis&amp;eacute;ria do sertanejo, dos artes&amp;otilde;es e dos negros escravos explicaram os rumos tomados pela Balaiada. &#13;
De uma popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 200 mil habitantes da prov&amp;iacute;ncia, noventa mil eram escravos. Eram frequentes as manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da resist&amp;ecirc;ncia servil e as fugas deram origem a numerosos quilombos. A pecu&amp;aacute;ria extensiva, importante atividade econ&amp;ocirc;mica da regi&amp;atilde;o, formou uma camada de homens livres pobres, os sertanejos. O pr&amp;oacute;prio enfraquecimento[...]</description>
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      <title>A Guerra dos Cabanos</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/a-guerra-dos-cabanos.htm</link>
      <pubDate>2011-08-16 11:10:19</pubDate>
      <description>A Guerra dos Cabanos ocorreu entre os anos de 1835 e 1840, no Gr&amp;atilde;o-Par&amp;aacute; (Par&amp;aacute; e Amazonas). Essa prov&amp;iacute;ncia, at&amp;eacute; a Independ&amp;ecirc;ncia, tinha uma administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o diferenciada, pois era vinculada diretamente a Lisboa, portanto n&amp;atilde;o era controlada pelo governo central. A maioria da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Gr&amp;atilde;o-Par&amp;aacute; era composta de mesti&amp;ccedil;os, &amp;iacute;ndios e negros que viviam miseravelmente ao longo das rotas das drogas do sert&amp;atilde;o, exploradas por uma minoria de brancos abastados. Tanto a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica quanto a social tornaram essa regi&amp;atilde;o muito explosiva.&#13;
A guerra teve sua origem atrav&amp;eacute;s de uma disputa pol&amp;iacute;tica entre as elites locais acerca da nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presidente da prov&amp;iacute;ncia. A inseguran&amp;ccedil;a econ&amp;ocirc;mica e social da regi&amp;atilde;o fez com que esse embate extrapolasse os limites da elite e envolvesse as camadas populares. Foi dessa ma[...]</description>
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      <title>A Batalha de Stalingrado na Segunda Guerra Mundial </title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/a-batalha-stalingrado-na-segunda-guerra-mundial.htm</link>
      <pubDate>2011-07-06 16:52:19</pubDate>
      <description>A cidade de Stalingrado entrou para a hist&amp;oacute;ria da Segunda Guerra Mundial. Stalingrado ficava na R&amp;uacute;ssia, hoje a cidade recebe o nome de Volgogrado, localizada &amp;agrave;s margens do rio Volga, perto da fronteira com o Cazaquist&amp;atilde;o. A cidade era um ponto estrat&amp;eacute;gico para os planos da domina&amp;ccedil;&amp;atilde;o nazista, pois comportava um grande polo industrial; al&amp;eacute;m de suas empresas comuns, existiam ali f&amp;aacute;bricas b&amp;eacute;licas. O interesse de Adolf Hitler nessa &amp;aacute;rea espec&amp;iacute;fica baseava-se tamb&amp;eacute;m na log&amp;iacute;stica favor&amp;aacute;vel da regi&amp;atilde;o, j&amp;aacute; que ali a R&amp;uacute;ssia detinha quase todo o petr&amp;oacute;leo caucasiano existente. &#13;
&#13;
O Fuhrer Alem&amp;atilde;o, no ver&amp;atilde;o de 1942, transferiu o mais poderoso maquin&amp;aacute;rio b&amp;eacute;lico nazista para a regi&amp;atilde;o. Assim, a cidade de Stalingrado passou a ser o centro da guerra. A artilharia e avia&amp;ccedil;&amp;atilde;o alem&amp;atilde;s bombardeavam a cidade sem tr&amp;eacute;guas[...]</description>
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      <title>A festa do chá de Boston </title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/a-festa-cha-boston.htm</link>
      <pubDate>2011-02-17 15:24:48</pubDate>
      <description>&amp;nbsp;&#13;
Ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o representando a Festa do Ch&amp;aacute; de Boston, na qual colonos, &#13;
disfar&amp;ccedil;ados, lan&amp;ccedil;aram todo o carregamento de ch&amp;aacute; ao mar.&#13;
Em 1776, os Estados Unidos conseguiram sua independ&amp;ecirc;ncia, assinando uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no dia 4 de julho, que libertava as 13 col&amp;ocirc;nias do dom&amp;iacute;nio ingl&amp;ecirc;s. A Inglaterra venceu a Fran&amp;ccedil;a na Guerra dos Sete Anos (1756 &amp;ndash; 1763), mas, perante os altos custos com a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos territ&amp;oacute;rios conquistados, imp&amp;ocirc;s &amp;agrave; col&amp;ocirc;nia americana uma s&amp;eacute;rie de tributos. Entre eles a Lei do A&amp;ccedil;&amp;uacute;car (cobran&amp;ccedil;a de impostos sobre o a&amp;ccedil;&amp;uacute;car que n&amp;atilde;o fosse oriundo das Antilhas Inglesas), Lei do Selo (todos os documentos originados na col&amp;ocirc;nia, como contratos, jornais e of&amp;iacute;cios, receberiam um selo da coroa inglesa) e Lei do Ch&amp;aacute; (os colonos s&amp;oacute; poderiam comprar ch&amp;aacute;, na &amp;eacute;poca[...]</description>
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      <title>O domingo sangrento russo </title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/o-domingo-sangrento-russo.htm</link>
      <pubDate>2011-02-10 18:49:31</pubDate>
      <description>Em 1799, a Fran&amp;ccedil;a conquistava sua liberdade perante a monarquia. Liderados por Napole&amp;atilde;o Bonaparte, os franceses derrubaram o Antigo Regime, inaugurando a primeira revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o burguesa da hist&amp;oacute;ria. Movida por ideais de liberdade, igualdade e fraternidade, a Fran&amp;ccedil;a influenciou outros pa&amp;iacute;ses a fazerem suas revolu&amp;ccedil;&amp;otilde;es (ou tentativas) mundo afora. Dentre eles, a R&amp;uacute;ssia, em 1905. &#13;
&#13;
No s&amp;eacute;culo XIX, a R&amp;uacute;ssia participou de um cen&amp;aacute;rio comum entre os pa&amp;iacute;ses europeus: o fim dos governos absolutistas. Os russos estavam descontentes com as p&amp;eacute;ssimas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida, consequ&amp;ecirc;ncia do governo autocr&amp;aacute;tico czarista. Nesse per&amp;iacute;odo, v&amp;aacute;rias tentativas de revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o ocorreram (at&amp;eacute; a derrubada do czar, em 1917), todas sem sucesso. Em 1825, oficiais revoltosos do ex&amp;eacute;rcito desafiaram o governo absolutista do czar. Influenciados pela Revolu&amp;c[...]</description>
    </item>
    <item>
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      <title>A guerrilha do Araguaia </title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/a-guerrilha-araguaia.htm</link>
      <pubDate>2011-02-05 08:45:36</pubDate>
      <description>Nas d&amp;eacute;cadas de 60 e 70, o Brasil enfrentou um per&amp;iacute;odo de persegui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, viol&amp;ecirc;ncia e censura, denominado Ditadura Militar. Amedrontados com o crescimento do comunismo no mundo, os militares tomaram o poder, derrubando o presidente Jo&amp;atilde;o Goulart. A d&amp;eacute;cada de 60 foi marcada por um terror descomunal. Enfraquecidos, por volta de 68, os militantes, influenciados por t&amp;aacute;ticas de guerra rural de Mao Tse-tung e Che Guevara, concentraram suas &amp;uacute;ltimas for&amp;ccedil;as no campo. Um grupo se alojou nas margens do Rio Araguaia, que abrange parte dos Estados do Par&amp;aacute;, Maranh&amp;atilde;o e Goi&amp;aacute;s. No in&amp;iacute;cio da d&amp;eacute;cada de 70, estourava a guerrilha do Araguaia. &#13;
&#13;
Organizada pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B) a guerrilha do Araguaia, a priori, foi um movimento de luta armada entre os comunistas e militares. Com a instaura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Ato Institucional n&amp;ordm; 5 (AI-5), a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos centros urba[...]</description>
    </item>
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      <title>O patrimônio perdido com a Guerra do Iraque </title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xxi/o-patrimonio-perdido-com-guerra-iraque.htm</link>
      <pubDate>2010-09-21 17:05:56</pubDate>
      <description>No ano de 2003, os Estados Unidos iniciaram as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es militares que marcaram os primeiros confrontos da Guerra do Iraque. Nos meios oficiais, a justificativa para a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Estados Unidos envolvia o interesse de aniquilar as supostas armas de destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o em massa que poderiam ser utilizadas por grupos radicais apoiados pelo ditador Saddam Hussein. Na pr&amp;aacute;tica, os EUA tinham o interesse de controlar as reservas de petr&amp;oacute;leo localizadas em territ&amp;oacute;rio e recuperar sua imagem pol&amp;iacute;tica ap&amp;oacute;s o 11 de Setembro. &#13;
&#13;
Estendendo-se por sete anos, o conflito acabou fomentando gastos que ultrapassaram a casa dos bilh&amp;otilde;es de d&amp;oacute;lares. Ao mesmo tempo, na medida em que as tais armas n&amp;atilde;o foram apresentadas e as mortes de soldados cresciam, a comunidade internacional ampliava sua press&amp;atilde;o contra o conflito. Para al&amp;eacute;m dessas quest&amp;otilde;es, devemos igualmente frisar que a ocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Ir[...]</description>
    </item>
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      <title>As armas da Inquisição</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/idade-media/as-armas-inquisicao.htm</link>
      <pubDate>2010-08-10 13:29:26</pubDate>
      <description>Para reconhecermos uma guerra, nem sempre &amp;eacute; preciso estabelecer a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de duas na&amp;ccedil;&amp;otilde;es inimigas ou conquista de um territ&amp;oacute;rio. Ao longo do tempo, podemos ver que as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de conflito se desenvolveram por raz&amp;otilde;es diversas. Partindo dessa perspectiva &amp;eacute; que podemos entender a Inquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cat&amp;oacute;lica como uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conflito na qual uma institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o religiosa entra em discord&amp;acirc;ncia com comportamentos e experi&amp;ecirc;ncias religiosas que amea&amp;ccedil;avam a sua hegemonia entre a Idade M&amp;eacute;dia e a Idade Moderna.&#13;
&#13;
Interessada em vencer esse confronto, a Igreja espalhou uma s&amp;eacute;rie de tribunais que investigavam os acusados de cometer os chamados &amp;ldquo;crimes de f&amp;eacute;&amp;rdquo;. Ap&amp;oacute;s a autua&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o suspeito era submetido a uma s&amp;eacute;rie de torturas que visavam arrancar a devida confiss&amp;atilde;o do acusado. Em alguns casos, dependen[...]</description>
    </item>
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      <title>Fokker DR I</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/fokker-dr-i.htm</link>
      <pubDate>2010-08-06 18:25:55</pubDate>
      <description>O uso de avi&amp;otilde;es na Primeira Guerra Mundial marcou &amp;eacute;poca como sendo uma das mais curiosas inven&amp;ccedil;&amp;otilde;es b&amp;eacute;licas do come&amp;ccedil;o do s&amp;eacute;culo XX. Prontamente, as na&amp;ccedil;&amp;otilde;es oponentes entre si custearam projetos de aeroplanos capazes de cumprir miss&amp;otilde;es com rapidez e efic&amp;aacute;cia. Foi nesse contexto que a figura de Reinhold Platz apareceu como um dos mais importantes projetistas a desenvolver modelos que foram empregados tanto pelos membros da Tr&amp;iacute;plice Entente, como da Tr&amp;iacute;plice Alian&amp;ccedil;a. &#13;
&#13;
Este projetista foi o grande respons&amp;aacute;vel pelo desenvolvimento do Fokker DR I, uma das mais leves e eficientes aeronaves empregadas pelos alem&amp;atilde;es em guerra. Com quase seis metros de comprimento, uma envergadura de um pouco mais de sete metros e um motor de 110 CV, este avi&amp;atilde;o atingia uma altura m&amp;aacute;xima de 14 mil metros, alcan&amp;ccedil;ando a velocidade de 185 km/h. Pela descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Fokker p[...]</description>
    </item>
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      <title>A ficção do filme 300</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/grecia-antiga/a-ficcao-filme-300.htm</link>
      <pubDate>2010-08-03 18:31:17</pubDate>
      <description>Entre as v&amp;aacute;rias situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de guerra vividas pelos gregos, a invas&amp;atilde;o dos persas se coloca como um dos eventos militares de maior significado e destaque. Afinal de contas, foi a ofensiva persa que determinou a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rias cidades gregas em defesa de seu territ&amp;oacute;rio. Caso essa uni&amp;atilde;o n&amp;atilde;o fosse promovida e organizada, o poder militar persa poderia ter dominado os povos gregos e determinado outros destinos para essa importante civiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&#13;
&#13;
Das muitas hist&amp;oacute;rias que marcam as guerras Greco-p&amp;eacute;rsicas, a Batalha das Term&amp;oacute;pilas, ocorrida no ano de 480 a.C., aparece como um dos mais importantes eventos militares deste conflito. Afinal de contas, segundo apontam os relatos da &amp;eacute;poca, o rei espartano Le&amp;ocirc;nidas convocou trezentos de seus melhores homens para combater a investida do numeroso ex&amp;eacute;rcito persa. Mesmo sendo derrotados, os trezentos homens de Le&amp;ocirc;nidas a[...]</description>
    </item>
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      <title>Frente Polisário</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xx/frente-polisario.htm</link>
      <pubDate>2010-08-03 18:27:06</pubDate>
      <description>Ap&amp;oacute;s a Segunda Guerra Mundial (1939 &amp;ndash; 1945), percebemos que os territ&amp;oacute;rios coloniais foram sendo paulatinamente deixados pelas na&amp;ccedil;&amp;otilde;es europeias que os dominavam. Afinal de contas, ap&amp;oacute;s ir contra as imposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos regimes totalit&amp;aacute;rios, as grandes pot&amp;ecirc;ncias europeias n&amp;atilde;o tinham justificativas para continuar dominando as regi&amp;otilde;es africanas e asi&amp;aacute;ticas que, em grande parte, fomentaram o desenvolvimento das duas maiores guerras de todo o s&amp;eacute;culo XX.&#13;
&#13;
Nesse processo, o governo espanhol decidiu, em 1975, abrir m&amp;atilde;o dos dom&amp;iacute;nios que tinha na regi&amp;atilde;o do chamado Saara Ocidental. Ao sair da regi&amp;atilde;o, o governo espanhol acabou impondo seu &amp;uacute;ltimo ato imperialista ao dividir o territ&amp;oacute;rio saarau&amp;iacute; entre os governos do Marrocos e da Maurit&amp;acirc;nia. Naquele instante, a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o local n&amp;atilde;o foi consultada sobre os destinos daquele territ&amp;oacute[...]</description>
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      <title>A Batalha de Tejucopapo</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/a-batalha-tejucopapo.htm</link>
      <pubDate>2010-07-31 11:06:20</pubDate>
      <description>Na d&amp;eacute;cada de 1640, a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os brasileiros e holandeses estava no auge de uma grave crise. A sa&amp;iacute;da de Maur&amp;iacute;cio de Nassau da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o da WIC determinou a ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma nova pol&amp;iacute;tica em que os senhores de engenho locais eram cobrados pelas suas d&amp;iacute;vidas e amea&amp;ccedil;ados com o confisco de terras. Mediante essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os nativos se organizaram em uma s&amp;eacute;rie de investidas contra os holandeses, dando in&amp;iacute;cio &amp;agrave; chamada Insurrei&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pernambucana.&#13;
&#13;
Uma primeira investida dos brasileiros contra os holandeses acabou for&amp;ccedil;ando um grupo de flamencos a se refugiar no Forte Orange, localizado na ilha de Itamarac&amp;aacute;. Visando romper com as priva&amp;ccedil;&amp;otilde;es do cerco, os holandeses ali acuados resolveram organizar um saque contra a aldeia de S&amp;atilde;o Louren&amp;ccedil;o do Tejucopapo, localizada no distrito de Goiana. Na &amp;eacute;poca, v&amp;aacute;rios d[...]</description>
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      <guid>177</guid>
      <title>A batalha de Alésia</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/roma-antiga/a-batalha-alesia.htm</link>
      <pubDate>2010-07-09 13:27:35</pubDate>
      <description>Ao longo de sua brilhante carreira militar, J&amp;uacute;lio C&amp;eacute;sar foi reconhecido pela incr&amp;iacute;vel capacidade de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das tropas que tinha em seu comando. Em campo, cativava os seus subordinados com um carisma e flu&amp;ecirc;ncia que os colocavam em uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para al&amp;eacute;m do simples combatente. Por outro lado, o general tomava a frente em batalhas muito bem organizadas, em que as legi&amp;otilde;es eram meticulosamente instru&amp;iacute;das e treinadas para garantir a vit&amp;oacute;ria romana.&#13;
&#13;
Desde que alcan&amp;ccedil;ou a condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de proc&amp;ocirc;nsul da G&amp;aacute;lia, Julio C&amp;eacute;sar nunca tinha sofrido um rev&amp;eacute;s nos campos de batalha em que esteve presente. Na regi&amp;atilde;o, a falta de unidade pol&amp;iacute;tica e militar dos gauleses impedia que este povo tivesse reais condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de oferecer uma s&amp;oacute;lida resist&amp;ecirc;ncia contra os romanos. Entretanto, o gaul&amp;ecirc;s Vercingetorix, q[...]</description>
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      <title>As conquistas de Napoleão</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/seculo-xvi-xix/as-conquistas-napoleao.htm</link>
      <pubDate>2010-06-30 18:32:36</pubDate>
      <description>O ambiente revolucion&amp;aacute;rio franc&amp;ecirc;s causou um impacto de grandes propor&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; cultura pol&amp;iacute;tica do Velho Mundo. Munidos pela mis&amp;eacute;ria, pelas armas e amparados pelo ide&amp;aacute;rio iluminista, os franceses derrubaram a sua autoridade mon&amp;aacute;rquica a fim de empreender uma extensa transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o no pa&amp;iacute;s. Apesar das diferen&amp;ccedil;as de interesse entre as v&amp;aacute;rias camadas sociais da Fran&amp;ccedil;a, o epis&amp;oacute;dio atingiu diretamente a hegemonia das demais monarquias espalhadas pela Europa.&#13;
&#13;
Preocupadas em conter o alargamento do ideal revolucion&amp;aacute;rio franc&amp;ecirc;s a outros Estados Nacionais, as monarquias europeias organizaram tropas interessadas em estabelecer o retorno da linhagem real ao trono da Fran&amp;ccedil;a. Logicamente, os revolucion&amp;aacute;rios franceses acabariam pegando em armas para oferecer resist&amp;ecirc;ncia aos estrangeiros absolutistas. Foi da&amp;iacute;, justamente neste contexto de guerra, que o [...]</description>
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      <title>A Batalha de Azincourt</title>
      <link>http://www.guerras.brasilescola.com/idade-media/a-batalha-azincourt.htm</link>
      <pubDate>2010-05-20 13:28:03</pubDate>
      <description>No ano de 1415, os franceses viviam a conturba&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma guerra civil pelo governo envolvendo os nobres divididos entre os borguinh&amp;otilde;es e aramanhaques. Percebendo a fragilidade daquele momento e interessado em conquistar a Fran&amp;ccedil;a, o rei ingl&amp;ecirc;s, Henrique V, enviou tropas para o porto de Harfleur, na Normandia. A eminente amea&amp;ccedil;a estrangeira acabou arrefecendo, momentaneamente, as rivalidades internas para que as for&amp;ccedil;as militares francesas lutassem contra a Inglaterra.&#13;
&#13;
A resist&amp;ecirc;ncia dos franceses for&amp;ccedil;ou o deslocamento das tropas inglesas para a por&amp;ccedil;&amp;atilde;o leste do territ&amp;oacute;rio invadido, indo em dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao porto de Calais. Contudo, a presen&amp;ccedil;a de tropas francesas, mais uma vez, modificou os seus planos. Por fim, os soldados ingleses atravessaram o territ&amp;oacute;rio at&amp;eacute; cruzarem o rio Somme e consolidarem as suas tropas no povoado de Maisoncelle. Nas proximidades, as for&amp;ccedil;as france[...]</description>
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