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Guerra da Criméia

Conflito que visava as cidades sagradas

Antecedentes

Após a morte de Alexandre I, rei da Rússia, o trono foi assumido pelo seu sucessor Nicolau I, um déspota que almejava apenas expandir o território russo. Seus projetos de invasões territoriais foram facilitados quando os monges russos e os católicos franceses começaram a discutir a proteção de Jerusalém e Nazaré.

Por causa da disputa entre russos e franceses, acerca da proteção das cidades sagradas, houve em 1853, um grande conflito entre os mesmos, o que causou grande violência e mortes.

A Guerra

Nicolau I, sob o pretexto de defender as terras sagradas e o intuito de expandir seu território, invadiu as províncias turcas do Danúbio. A Turquia, apoiada pela França e Reino Unido, reivindicou a invasão declarando guerra à Rússia que destruiu a pequena frota turca e passou a controlar também o porto de Sinope, no Mar Negro.

Em 1854, um ano após a invasão, as aliadas da Turquia declararam guerra à Rússia e esta temendo a entrada da Áustria no conflito deixou rapidamente as províncias. Os aliados turcos cercam Sevastopol, em Criméia.

Em 1854, ocorreu um novo conflito que resultou em inúmeros russos mortos. Em 1856, a Rússia percebe que seus inimigos estão sobressaindo aos seus ataques e resolve assinar o Tratado de Paris, em 30 de março.

A Rússia foi obrigada a se retirar das províncias do Danúbio e impedida de manter bases e forças navais em Sinope.

Séculos XVI a XIX - Guerras - Brasil Escola






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