A Guerra da Independência dos Estados Unidos, também chamada de Revolução Americana, aconteceu em 1776 e marcou o fim do domínio inglês sobre as 13 colônias na América do Norte. O movimento possuiu caráter extremamente popular e pela primeira vez na história da expansão européia, uma colônia tornava-se independente por meio de um ato revolucionário.
Tudo começou em 1775, quando os representantes das colônias americanas se reuniram no segundo Congresso da Filadélfia (1775) e o democrata Thomas Jefferson redigiu a Declaração de Independência dos Estados Unidos. Através dessa Declaração, proclamada no dia 4 de julho de 1776, o documento histórico garantia o direito à vida, à liberdade e à procura da felicidade, tendo esse direito como inalienável e de origem divina.
O comando do exército encarregado de combater as forças da metrópole foi confiado a George Washington, um fazendeiro. Os ingleses começaram a ter alguns problemas como a distância da colônia à metrópole, o comando desunido, a comunicação lenta, a população hostil e a falta de experiência dos ingleses em combater com táticas de guerrilha.
Além do mais, a França que era uma potência na época, apoiou o movimento de independência americano, dando enorme respaldo aos americanos e estabelecendo uma nova característica à guerra, de apenas um movimento separatista entre metrópole e colônia, para o âmbito das relações internacionais.
A paz e a independência dos Estados Unidos da América foi reconhecida através do Tratado de Paris em 1783. Mais tarde, em 1812 e 1815, ocorreu uma nova tentativa da Inglaterra em recuperar o controle da colônia, porém sem sucesso, consolidando de uma vez por todas a independência americana.
A independência dos Estados Unidos foi influenciada por ideais iluministas provindos da Revolução Francesa e foi de suma importância para os posteriores movimentos separatistas da América do Sul.
Século XVI a XIX - Guerras - Brasil Escola