Antecedentes
Napoleão Bonaparte foi coroado na França em 1804. A partir de então, sua ambição era bastante discutida. O imperador, que estimulava a economia para torná-la a maior potência da Europa, modificou as instituições republicanas, exterminou o legislativo e o tribunal, retirou disciplinas de história e filosofia da educação e alterou a catequese que passou a dizer que o homem deveria obedecer a Deus e ao Imperador.
Napoleão sabia que para tornar a França a maior potência econômica do continente europeu era preciso derrotar a Inglaterra que era uma monarquia industrializada e com a maior frota marítima.
A guerra

Em 1803, a França entrou em conflito com a Inglaterra, que tinha a Rússia, Áustria e Prússia como aliadas, e foi derrotada. Sob derrota, Napoleão resolveu criar dificuldades para desordenar tal monarquia, acabou com o Sacro Império Romano-Germânico e criou a Confederação do Reno, sob sua tutela.
Decretou também o Bloqueio Continental, em 1806, que fechava todo o continente europeu ao comércio inglês, o que o enfraqueceria e daria exclusividade à indústria francesa. O bloqueio logo levantou contrariedades, pois as indústrias francesas não eram capazes de produzir quantidade suficiente para suprir todo o continente.
Portugal, em 1807, não cumpriu o Bloqueio e foi invadido, após a invasão francesa à Espanha. Um ano depois, após perceber a inexistência de chances de resistir ao ataque, Portugal transferiu sua corte para o Brasil.

Napoleão atingiu seu auge em 1810, dominando grande parte da Europa ocidental. Dois anos depois os russos romperam o bloqueio e foram atacados pela França, não resistiram ao frio e a fome. A Áustria e a Prússia se uniram e confrontaram a França que fragilizada perdeu o combate.
Em 1814, Napoleão renunciou o poder e retornou ao governo de Paris. Em 1815, Napoleão foi novamente derrotado pela Inglaterra e definitivamente renunciou seu trono francês. Foi preso na ilha Santa Helena, na África e ficou por lá até sua morte, em 1821.